O Torturador (edição melhorada) de natanael gomes de alencar

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Vou lhes contar uma história antiga. Enquanto a química dos alimentos se redemoinham em seus estômagos. 
Era uma vez. Não. A vez é agora.
Vocês sabem que foram tirados dos crânios aqueles cheirosos cabelos para rechear travesseiros, não sabem?
Quando foram tirados, o torturador nunca iria imaginar que dentre eles estavam outros.
Nunca imaginaria que entre eles estavam fios de cabelo de um menino de suas relações.
Aquele seu filho, nórdico puro, que desapareceu entre judeus num campo perto dali, na fuzilaria do inverno de 39, tinha cabelos de sol nórdico, e, sim, eram seus cabelos que enchiam aquele travesseiro que seu pai usava, quentinho.
A pele do filho estava também esticada em sua alcova: pele ariana filtrando a luz do abajur na cabeceira da cama. Branquinha.
Antes de dormir, tinha o costume de enfiar agulhas, sadicamente, no abajur, pensando ser de uma judia pela qual seu coração se rendera, uma adorável puta, melhor que sua pudica mãe, no entanto. 
Também, judiado pela insanidade, socava seiscentos e sessenta e seis vezes o travesseiro, imaginando serem os cabelos de judeus. Quando o travesseiro rasgava, pegava um tufo e brincava, simulando um bigode, parecido com o de um judeu, pai de uma puta pela qual se apaixonara. Gostava do cheiro dos cabelos.

ESPARRAMADOS por natanael gomes de alencar

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Penetrei surdamente

neste reino denso,

mas escorreguei

em xixis-sintaxe,

depois me levantei

e vi palavras a dormirem

todas na sala,

drogadas de romances

de contos e crônicas,

esparramados pelos cantos,

veio se aproximando

Signo, o gato que descrio

quando crio, o rabo abanando

como ideia balouçante

AMAR É NÃO SABER NADA por natanael gomes de alencar

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Dois pontos, não muitos:

Amar te revela. Amar te esconde. 
Amar passa perto. Quando não passa longe.
Amar é se abaixar pra acariciar uma formiga. 

É se levantar pra pentear o sol.
Amar é castigar a si mesmo. 

Talvez o próximo também. 
Amar é atirar a esmo.
Talvez mirar e acertar. É andar de bicicleta num fio de água. Voar no fogo.
Amar é pedir pra te atirarem das nuvens. Ou praticar a obsessão de não pensar.
Amar é fazer palhaçadas até quebrar o espelho. Ou mergulhar na ponta de uma mágoa.
Amar é vingar o desamor. É lamber o corpo das coisas.
Amar é enfiar a cara num bolo e os dedos na tomada da insônia.
Amar é nascer pra isso: amar sem exigir retorno. Quase.
É respirar santidade escorregando num pecado sem perdão.
Amar é não saber nada de amar. É se arrepender de definir o amor.
É ser vilão querendo ser mocinho. É ser mocinho ante a vilania.
Amar é libertar pássaros e sorrir feito bobo encantado.
Amar é ser farol, solitário, mas dando direção ao que se perde.
Amar te retalha e te reconstrói. Amar te dá música e te faz canção.
Amar te dá medo, vontade de fugir, de se matar, de renascer.
Amar é seguir adiante querendo parar pra ser solo pro amor pisar.
Amar é naufragar e nadar até as ilhas atrás do dedo de deus.
Amar é tecer heroísmos à flor de pequenas covardias de hesitar.
Amar é ser pássaro preso em sua própria liberdade.
Amar é ir ao mar e se afogar e inchar e virar balão e flutuar.
Amar. Ponto. Não. Reticências..

SORDIDEZ por natanael gomes de alencar

Sordidez 
no encontro
das esquinas.
O cheiro humano 
na cartilagem 
das chaminés.
Fratura envergonhada 
no vaso 
de papelão.
Cortou-lhe tanto
o pé de vento
que uivou
movendo a caneca
da lua.

O QUE É ORGONITE E PARA QUE SERVE

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      O termo "orgonite" foi usado pela primeira vez por Karl Welz para designar a sua mistura de metal-resina-quartzo em meados da década de 90. A tecnologia de Welz é diferente até da mais simples "orgonite táctica" sendo que Welz usa particulas de metal muito finas e quartzo em pó.

      Um par de anos mais tarde Don Croft, enquanto fazia experiências com acumuladores de orgone pelo modelo de Reich, ouve sobre a tecnologia de Welz e começa a fazer as suas próprias experiências. Estas experiências culminam em 2001 quando Don e Carol Croft fazem um simples HHG (Granada Sagrada) a primeira peça de tecnologia orgonite, tal como é mais conhecida hoje em dia.

      No início Don Croft nem sequer chamou a sua tecnologia de "orgonite", porém mais tarde o termo ganhou uso por ser fácil de usar e concentrar o significado. Hoje em dia, quem usa o termo "orgonite" refere-se normalmente à "orgonite táctica" de Don Croft.

      Orgonite é uma nova classe de material composto de uma mistura de partículas metálicas suspensas em um meio orgânico, por vezes combinados com cristais de quartzo ou outros minerais. Sua propriedade básica é atrair e converter energia etérica negativa em energia etérica saudável e equilibrada. Esta energia é denominada Orgônio.

Qualidades atribuíveis à orgonite:

      É simples. fácil de fazer e trabalha continuamente

      Muda a energia negativa para energia positiva

      Diminui o efeito negativo da radiação eletromagnética emitida por computadores, TVs e celulares

      Intensifica e melhora a qualidade da meditação

      Purifica a atmosfera, energiza e limpa a água

      Ajuda as plantas a crescerem melhor precisando de menos água

      Inspira comportamento agradável, equilibrado, alegre e feliz

      Melhora a qualidade do sono, frequentemente cura insônia e pesadelos crônicos

      Ajuda a despertar capacidades psíquicas inatas

O que é o Orgone?

      O Orgone está por todo o lado, é energia vital, também chamado de Chi na medicina chinesa ou Prana no Induismo. A expressão Orgônio foi criada pelo médico austríaco Dr. Wilhelm Reich, o qual dedicou parte de sua vida ao estudo e aplicações desta energia. O Orgônio já recebeu diversas denominações como energia etérica, energia astral, bioenergia, cor radiestésica, energia biomagnética, magnetismo animal, fluido vital, energia radiônica e muitos outro nomes. Está na atmosfera, nos rios e no mar, na terra, nas plantas, animais e também nas pessoas.

A descoberta do Orgone

      O Dr. Wilhelm Reich (1897-1957) teve uma rica trajetória que o levou desde a Psicoanálise, passando pela Biologia e pela Física. Ele tinha tentado encontrar uma cura, durante anos, para aquilo que a partir de certa altura considerou ser o maior flagelo da Humanidade — o cancro. Reich considerava os tumores como o último dos estágios de uma doença que se manifestava na pessoa há muitos anos, com sintomas aparentemente não-relacionados com o cancro, como os desequilíbrios psíquicos.

      A certa altura, ele começou a fazer experiências com infusões de água e outras substâncias orgânicas tais como relva, areia, carvão etc. que resultaram na desintegração da matéria orgânica em pequenas vesículas, num estado entre a matéria não-viva e os micro-organismos vivos para os quais mais tarde se desenvolveriam. Reich chamou-lhe bions.

      Reich descobriu que submeter bions à esterilização e a temperaturas que nenhuma outra criatura poderia sobreviver não os matava! Estes bions produziam uma intensa luz azul e congregavam eventualmente em grupos que — inacreditavelmente — mais tarde se transformariam em protozoários como a ameba ou o paramécio.

      Reich também descobriu que podia obter enormes quantidades de vesículas bion se primeiro aquecesse a matéria orgânica (por exemplo sangue) ou inorgânica (por exemplo areia do mar) com temperaturas muito altas e depois as imergisse num meio líquido especial. Este procedimento possibilitou a "libertação" de grandes quantidades de bions a partir dessas substâncias, que estavam agora disponíveis para formar novos organismos vivos.

      Através da observação persistente, Reich percebeu que era a energia Orgone que dava aquela luminosidade azul e permitia a biogênese dos bions. Ele descobriu que a energia orgone permeia não só tudo aquilo que vive, mas que também se encontrava em substâncias não-vivas (como areia, carvão, terra) e está presente em toda a parte na atmosfera, sendo o Sol o maior "produtor" de energia orgone.

      Reich descobriu que o cancro não é mais do que a fome prolongada de energia vital na pessoa afetada. Desta maneira os tumores nada mais são do que o estado já muito avançado de uma doença que ele considerava afetar milhões.

      A história dos experimentos do Dr. Reich é fascinante e eu recomendo que leiam o seu livro em dois volumes: "A Descoberta do Orgone".

      O Orgone é provavelmente a mesma energia chamada de "prana" na cultura indiana e "chi" na cultura chinesa.

Como a Orgonite influencia o Orgone?

      Com Reich aprendemos que de um modo geral o metal repele o Orgone enquanto as matérias orgânicas o atraem. Os seus Acumuladores de Orgone, normalmente caixas feitas de camadas alternadas de metal e material orgânico simplesmente atraíam para dentro de si o orgone, onde o concentravam, sem mecanismo de descarga ou possibilidade de transformar Orgone Negativo em Orgone Positivo. A Orgonite mudou isso.

      Tem sido observado por pessoas sensíveis (psíquicos) e eu posso confirmar pela minha experiência subjetiva que a Orgonite efetivamente absorve o Orgone Negativo enquanto gera Orgone Positivo. Mas até ser construído uma aparelho que observe e possa medir diretamente o Orgone eu não posso realmente provar que assim é. Para mim é suficiente que funciona.


Via: nosdiasdenoe.com

Veja mais em: orgonite-portugal.com